terça-feira, 9 de julho de 2019

MEMÓRIA DA HISTÓRIA


NA IMPRENSAS ANTISTA

Banda Musical e Iluminação Pública. Crítica aos críticos do pintor Benedito Calixto. A edição de A Gazetinha, 26 de setembro de 1886, de Santos, lamentava a frieza dos festejos da Independência. Destaque para a bandinha musical vicentina que manteve a tradição do desfile cívico : “...foi até o velho edifício da Câmara Municipal tocando o hyno nacional e espantando muitas aranhas”. Em 7 de setembro São Vicente inaugurava a sua iluminação pública. Outra curiosidade do jornalzinho: o agente comercial em São Vicente era conhecido como “Francisco Apocalypse”.








LIVRO DA NATALIDADE



Registro de nascmentos ocorridos em São Vicente em 1824. Arquivo do Estado. 


PREFEITO MOURÃO DE PRAIA GRANDE SERVIU NO 2º BC



"No Dia do Soldado presto minha homenagem a todos aqueles que servem nossa Pátria. Tive a honra de servir o exército, no Batalhão de Infantaria Leve (BIL), em São Vicente. Sonhava em em ser marinheiro, só que precisei ajudar meu pai no comércio que ele tinha, mas acredito que de alguma forma estou contribuindo para o nosso País e nossa sociedade Lembro-me até hoje do dia que fui me alistar, em Santos, na Rua Paraná junto com meu amigo Escobar, irmão do historiador Claudio Esterque. O sargento nos perguntou se queríamos servir o quartel e como eu estava cursando a faculdade ele achou que poderia atrapalhar e me sugeriu fazer o curso de oficial na reserva do Exército. Fiz a prova física e intelectual, concorri para uma das 20 vagas, passei e fiz o curso. Sai como aspirante a oficial e depois voltei para fazer o estágio para servir a patente de segundo tenente. Aprendi ainda mais sobre disciplina, respeito e cidadania. Anualmente milhares de jovens se alistam para servir o Exército no 2º Grupo de Artilharia Antiaérea (2º GAAAe) – “Grupo José Bonifácio e Fernando de Noronha”, na Fortaleza de Itaipu (Canto do Forte), que engloba um sítio histórico onde estão situados os Fortes Duque de Caxias, Jurubatuba e General Rego Barros.








FATO POUCO CONHECIDO. Poucos vicentinos e santistas que conhecem a história de Antônio Militão de Azevedo - político vicentino e leiloiro oficial em Santos - sabem que sua passagem se deu por meio de um acidente na travessia de balsas para a Bocaina (Itapema), no Guarujá. A notícia foi publicada na Gazeta Popular em 01 de abril de 1935. (clique para ampliar o texto). Antônio Militão de Azevedo era pai de Edison Telles de Azevedo, jornalista, vereador em SV, e célebre autor das biografias e bicos de pena denominadas "Vultos Vicentinos", publicada em A Tribuna e depois reunidas em livro em 1972.
Pesquisa de Waldiney La Petina. São Vicente na Memória. 25 de agsto de 2021. 













LEGENDA PRINCICIPAL

Exposição/ Praia de São Vicente/Bonde1 Estação City/ Bonde 2 Esquina R. Martim Affonso/ Estação S SPR R/ Campos Salles/ Correio R. Padre Anchieta/ C. Telefônica B T.90 R. Frei Gaspar,78/ Câmara Municipal. T. 5 R. Frei Gaspar,78/ Cartório R. Martim Affonso/ Colletoria Federal R. Jacob Emmerich/ Repartição Sanitária R. Martim Affonso/Hospital São José. T.35 R. 15 de Novembro, 127 /Igreja Matriz Praça Joã Pessoa / Autos e Praia Grande T 45 R. Martim Affonso/Garage T.88 R. Frei Gaspar/ Mercad. T32. R. João Pessoa, 58/ Posto Policial Tel. 25- R. 15 de Novembro.

BAIRROS E LOCALIDADES

Parque São Vicente/ Parque Bitaru/Guamyum/Cemittério/Vila Catiapuam/Santos Golf Club/ Villa Melo/ Vila Pedro Duarte/ Rio Sambaiatuba/Terrenos do Hospital São José (três quadras entre as ruas Ypiranga e 15 de Novembro, após a linha do trem/Bairro Bugre/Manufatura de Vidraças/ Beija Flor F.C./Praça Cel. Lopes e Escola/Avenida Presidente Wilson/ Cinema Central – R. Martim Affonso/Porto Tumyaru/ Largo de São Vicente e Mar Pequeno/Ponte Pênsil/Ruínas do antigo Porto das Naus, hoje Bello Parque de Repouso/Estrada Rodovíária para Praia Grande/Gasolina/Prainha e Parque Prainha/ Casa Modelo CADES/Morro Xixová/Passeio Pitoresco em mato virgem/Fazenda Paranapuam/Morro dos Barbosas/Biquinha/ Rua do Colégio ou Santo Antônio/ Escritório J.A. Winkler/Prédio do Dr. José Monteiro/Praia de São Vicente/Praia do Itararé/Boa Vista/ Ilha Porchat/ Itararé FC/Parada Voturuá/Ladrões/Pedreira e Vila Voturuá/Terrenos da Santa Casa de Misericórdia –após a linha do trem/ Rio e antiga Estrada de São Jorge

TOMBAMENTO DE UM PATRIMÔNIO HISTÓRICO



Foi tombada pelo prefeito Pedro Gouvêia, em decreto de dezembro de 2020, a Casa do Professor em São Vicente, de propriedade da Liga do Professorado Católico de São Paulo. A casa é um dos úlltimos imóveis antigos do Boa Vista, que resistiu às pressões do mercado imobiliário, livrando-se da demolição. Isso só foi possível por não se tratar de um imóvel privado-familiar e também pelo fato da diretoria da entidadae ter tido o apoio veemente da Diocese de Santos para que a propridade não fosse vendida. O pedido de tombamento foi encaminhado ao CONDEPHASV há três anos por intermédio dos historiadores Dalmo Duque dos Santos e Flávia Fiore, esta última membro da diretoria da entidade católica. A notícia do tombamento foi transmitida em dezembro pela Secretaria de Cultura durante a fase de transição de governo, logo após as eleições municipais. Trata-se de um acontecimento importante para história e a memória vicentina. O imóvel fica na rua Onze de Junho, esquina com a rua Messia Assu.

Foto : Dalmo Duque dos Santos, 2018.



CASA DO PROFESSOR - CENTRO PROFESSORADO CATÓLICO


Registro fotográfico, ontem, em 23 de julho, após o tombamento feito pelo prefeito Pedro Gouvêia em 2020. O Imóvel localizado na rua 11 de Junho, Boa Vista, era originalmente um mansão residencial de veraneio e foi adpatada nos anos 1950 para funcionar como colônia de férias. O prédio vizinho, atualmente restaurante, teve a mesma função e pertencia à Fundação Pestalozzi de São Paulo. A colônia do Professorado tem diretoria própria, com autonomia, e seu patrimônio tombado tem agora como herdeiro final a Cúria Metropolitana Católica de Santos. Possui 23 quartos e banheiros, salão de lazer, refeitório e duas salas de estar. Não pode, sob pena de multa e intervenção judicial, sofrer alterações na sua estética e estrutura, sem a autorização prévia dos órgãos fiscalizadores e orientadores do patrimônio histórico do município. Essa edificação talvez seja uma das últimas que marcaram época de uma São Vicente pequena e balneária, entre o final do século XIX e meados do século XX. Vitória da memória e da história vicentina , sem prejuízos à propriedade privada e ao erário público. 

Fotos : São Vicente na Memória. 23 de julho de 2021. 

























SÃO VICENTE EM A TRIBUNA







Na Edição de 1º de dezembro de 1963 destaca-se a crônica memorialista sobre a Capelinha de Santa Cruz, narrada e ilustrada por Edison Telles de Azevedo, representante do jornal na cidade. Outro tema que chama a atenção é a homenagem feita pela Prefeitura Municipal aos deputados Olavo Horneux de Moura, Esmeraldo Tarquínio e Oswaldo Martins, por terem advogado da ALESP contra o desmembramento do Distrito de Solemar. Este foi o encerramento da primeira batalha histórica da emancipação de Praia Grande, em cuja guerra política São Vicente seria derrotada em 1969.

Acervo do Pesquisador Genealogista Waldiney Lapetina. Fotografado nos arquivos de A Tibuna em 1996. Especialmente cedido para a página São Vicente na Memória.




A CAPELA DE SANTA CRUZ foi construida no ano de 1890 pela tradiciomal familia Henrique Ablas, no largo Santa Cruz, depois Largo das Lavadeiras e hoje Praca Bernadino de Campos. As festividades da Santa Cruz eram comemoradas no mês de maio, pelo Capelão Francisco Chavier dos Passos "Chico Botafogo". Em 1920 a Capela foi demolida.

Imagem: Evocação da Capela de Santa Cruz. Bico de pena de Edison Telles de Azevedo. Texto publicado em 1º de dezembro 1963 no jornal A Tribuna. 

Acervo do pesquisador genealogista Waldiney Lapetina.


O GUARDIÃO DA CAPELA



Francisco Xavier dos Passos (Chico Botafogo), puxador de rezas, guardião da Capela de Santa Cruz e membro da Banda Musical de São Vicente. Era proprietário de parte do Morro dos Barbosas e do Sítio do Samaritá.
"Francisco Xavier dos Passos (Chico Botafogo) estendeu, muitas vezes, sua piedosa missão de puxador de rezas à Capela de Santa Cruz, que existiu no Largo de Santa Cruz, ex-Largo da Lavandaria, hoje praça Bernardino de Campos. DIA DE SANTA CRUZ. No dia de Santa Cruz, em maio de cada ano, era erguida, diante do altar-mor, uma cruz ornamentada e, terminada a reza, subiam os fiéis, em fila, os degraus de pedra do altar-mor para, em recolhimento, beijar o Santo Lenho, ao mesmo tempo que a assistência entoava cânticos. Francisco Xavier dos Passos, finda a cerimônia, deixava o templo e, acesa sua lanterna, pois rareavam na Vila os empíricos lampeões a querozene, de que cuidava Maneco Peralta, demandava o seu sítio, em rua denominada Conselheiro Nébias, também chamada "rua dos Velhacos” (hoje rua do Colégio), no sopé do Morro dos Barbosas.


Bico de Pena de Edison Telles de Azevedo. Vultos Vicentinos. 1972.



SÃO VICENTE DE OUTRORA





Jornal Primeira Cidade, de 14 de fevereiro de 1994 

Você sabe a história de seu bairro, ou quem foi a pessoa que hoje empresta o nome à sua rua? Não? Pois pergunte a Jaime Mesquita Caldas. Ele provavelmente não só lhe dirá tudo isso, como é bem capaz de sacar de seu bem organizado arquivo uma fotografia do local há 50, 60, talvez 100 anos. 

Jaime Caldas. Dono de um acervo de centenas de documentos antigos e mais de mil fotografias históricas, entre Santos e São Vicente, este tenente reformado da Polícia Militar – à qual se incorporou depois da extinção da Polícia Marítima – é hoje um dos mais respeitados pesquisadores históricos do Estado. Longe de aparentar seus 79 anos, este santista de nascimento, vicentino de coração, é um homem à parte. Já foi desde membro do famoso Conjunto Calunga, com seu violão-tenor, a assessor de três prefeitos (Jorge Bierrenbach Senra, Koyu Iha e Antônio Fernando dos Reis). Visitou o Japão – país pelo qual tem verdadeira paixão – e hoje se dedica ao hobby que já se tornou uma razão de vida, a pesquisa histórica. Saiba um pouco mais sobre o titular da coluna São Vicente de Outrora, um homem que, literalmente, tem muita história para contar. 

Primeira Cidade – Como começou seu interesse pela História? 

Jaime – Eu sempre gostei. Mas meu trabalho de pesquisa histórica começou mesmo em 1963. Queria saber um pouco mais sobre minha rua e fui à casa do falecido Costa e Silva Sobrinho [José da Costa e Silva Sobrinho, historiador]. Fui eu e o Edson Telles [de Azevedo, também pesquisador]. 

P C – Como foi? 

- Me lembro até que levamos umas cocadinhas feitas em casa. Marcamos um domingo e fomos. O Costa e Silva tinha o arquivo dele fora da casa, numa garagem, que ele chamava de “tenda de trabalho”. Ali ele tinha perto de 200 volumes, feitos por ele, com o arquivo completo da história de Santos. Coisa fantástica. Ele já não enxergava mais e não tinha um braço. Naquela tarde, que eu considero memorável, ele nos ofereceu o livro que tinha publicado, Santos Noutros Tempos. Me lembro bem que a senhora dele datilografou a dedicatória, ditada por ele, pois não podia mais escrever, e depois guiou a mão dele, a esquerda, para assinar. 

PC – E depois? 

– Aí eu comecei a engatinhar nisso, criei coragem e escrevi sobre o maestro e compositor vicentino Eduardo Souto. Leram para ele o artigo e ele me mandou uma carta, me incentivando bastante e dando os parabéns pelo que eu havia escrito. Essa carta eu guardo com muito carinho, pois um historiador do gabarito dele me mandar uma carta daquela, eu era uma formiguinha pequena perto dele. 

PC – Sendo de Santos, por que o interesse por São Vicente? 

– Freqüento São Vicente desde os 7 anos de idade. Aqui eu fiz as maiores amizades, foi aqui que eu aprendi a tocar violão, que fiz minhas serenatas. Qualquer folguinha que eu tinha, vinha para cá. Então, eu sou praticamente mais conhecido aqui do que em Santos. 

PC – O senhor se recusa a ser chamado de historiador. Por quê? 

– Porque eu não sou formado em História! Não tenho curso de História, nem formação acadêmica. A pesquisa histórica, para mim, é um hobby, como outro qualquer. Eu gosto disso. 

PC – Mas é um hobby que o senhor leva muito a sério, não? 

– Ah, levo. E sabe por quê? Meu maior prazer é descobrir o resultado das distorções históricas. Cada historiador escreve uma coisa, e nós temos que chegar a uma conclusão. É aí que entra a pesquisa porque, no campo intelectual, é pela divergência que se caminha para a verdade. Fulano de tal conta um caso, outro conta outro e tal... Você vai pesquisar para saber realmente se assemelha mais perante a História. 

PC – Poderia dar um exemplo? 

– Li um artigo do Carlos de Andrade que foi o resultado de uma conversa que ele teve com o vereador Ricardo Veron. Para ele, a Avenida Presidente Wilson não diz nada e deveria se chamar Bacharel Cosme Fernandes. Então eu pergunto: o nome dele todo é Cosme Fernandes Pessoa. Qual é o documento que ele teria em mãos para saber que realmente ele foi o bacharel da história de São Vicente? Para alguns historiadores, era Francisco Chaves. Para Washington Luís, nunca foi identificado. Por isso, é preciso muita cautela para se dar o nome a essa avenida. Sabemos, através da História, que veio para cá um homem formado em letras e muito inteligente, mas ninguém sabe com certeza quem era ele. 

PC - Onde o senhor aprendeu tanto sobre a história de São Vicente? 

- Eu convivi e tive contato com muitos historiadores, como Edson Telles de Azevedo, Chico Martins, Jaime Franco, Costa e Silva Sobrinho... Eles me chamavam de velho moço, pois eu era jovem na época. Mesmo em São Paulo, eu era freqüentador da Livraria Olintho Moura, onde se reuniam os intelectuais da Capital, todos eles profundos conhecedores da História. E eu me encontrava com eles. 

PC - Quais suas principais fontes de pesquisa? 

- Olha, eu já pesquisei no Museu Paulista, Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, Arquivo do Estado, arquivos paroquiais, principalmente em São Paulo. A Cúria Metropolitana tem muita coisa, o Arquivo do Estado também. O primeiro recenseamento de São Vicente, de 1765, está lá. Além disso, eu freqüentava a casa desses historiadores, que tinham muita coisa em seu arquivo particular, eu tirava cópias... Mas a maior preciosidade são os arquivos paroquiais. 

PC – Por quê? 

– Porque não havia cartório naquele tempo, e tudo se registrava na Igreja. Nascimentos, casamentos, óbitos, testamentos, vendas de terras, tudo era na Igreja. Às vezes deixo algumas pessoas curiosas quando pergunto: “Os cemitérios foram criados em 1850, por um aviso régio proibindo os sepultamentos nas igrejas. E essa gente toda, que morreu antes da criação dos cemitérios públicos, foram enterradas onde?”. Nas igrejas, capelas, templos. E eu tenho esse livro de inumações, que copiei do arquivo do Costa e Silva. Traz todo o pessoal que foi sepultado nas igrejas, inclusive na Matriz de São Vicente. 

PC – Deve trazer dados muito interessantes... 

– Eu estava na Prefeitura e fui procurado por um cidadão da família Carvalho Franco, de São Paulo, que era bisneto de um ascendente que veio para São Vicente para cuidar do pulmão, mas acabou morrendo aqui. Ele não encontrou na Cúria Diocesana de Santos a nota de falecimento do parente dele, e queria algum documento sobre isso, pois era um grande genealogista e historiador. Queria saber a data do falecimento e tal. E foi através do livro de inumações que eu tenho que ele conseguiu, pois o corpo foi sepultado aqui, na Matriz de São Vicente. 

PC – Qual o maior inimigo da pesquisa histórica? 

– O que eu tenho escutado de estudantes que me procuram é: “Fui a tal lugar e não me deixam consultar o livro, fui a tal lugar e está fechado, ou então encontro má vontade do funcionário, ou ele não tem conhecimento daquilo que eu pergunto e já vai me dizendo que não há nada sobre esse assunto”. Esse' é o maior inimigo da pesquisa histórica: a má vontade [risos]. 

PC - Qual a recompensa que a pesquisa história lhe traz? 

– A satisfação de conhecer a História e fazer o que gosto. Não existe maior recompensa.



TESTE DE MEMÓRIA - Silvio Elizei


Você é um vicentino raiz?

Listamos aqui 50 antigas recordações e hábitos dos moradores da nossa cidade . Assinale quais desses itens foram partes integrantes de sua vida em algum momento e veja quantos pontos você fez.. Cada item vale um ponto. O passado está presente!


1.Andou nos verdinhos e/ou azuizinhos da Viação
2. Comprou pães na Chic e/ou Bandeirantes
3. Fez crediário na loja do Seu Paschoal
4. Ouvia a sirene da fábrica de vidro
5. Votou no Koyu Iha
6. Chamava o atual VLT de linha da máquina
7. Cortou o cabelo com o Seu Cyro
8. Fez compras no SESI
9. Viu as escovas do Bem Bolado em ação
10. Conheceu o Seu Prandini
11. Brincou ou levou os filhos para brincarem no parquinho da Pça. Dr. Bernardino de Campos
12. Frequentou a feira dominical na Pça. Dr. Bernardino de Campos e Ruas Dr. Campos Salles e Ipiranga
13. Atravessou o pontilhão do Catiapoã
14. Andou no TIM
15. Deu milho aos pombos da Biquinha
16. Dirigiu um carrinho na autopista do Luna Park
17. Revelou filme no Bazar Dorcas
18. Tirou fotos 3x4 no Foto Mizuguchi
19. Foi atendido no PS da Rua Padre Anchieta
20. Comprou jeans na McCoy
21. Frequentou a Feira Hippie
22. Jogou snooker no Taco de Ouro
23. Passou horas nos trailers do Itararé
24. Comeu pastel na China Antiga
25. Paquerou nas muretas do calçadão do Gonzaguinha
26. Lembra-se da Prodesan cuidando da limpeza urbana em SV
27. Sabe onde vivia o ermitão do Itararé
28. Frequentou o Shopping São Vicenter
29. Provou os doces d’A Italianinha e da Arco-Íris
30. Comprou peixes, frutas e etc. no Mercado Municipal
31. Ouviu propagandas do carro de som da Suzana
32. Lembra-se das ambulâncias cor de creme da antiga SESASV
33. Atravessou da Rua XV à Rua Martim Afonso (e vice-versa) pela Vila Amorim
34. Tomou vacina no antigo Centro de Saúde
35. Frequentou os bailes do Beira Mar e do Tumiaru
36. Morou em casa com muros baixos
37. Consultou-se com o Ruas, o Carlito, o Walter, o Bonna ou outro farmacêutico que era praticamente o médico da família
38. Tomou Sorvete Princesa
39. Foi telespectador da TV Litoral
40. Lembra-se da velha perua azul de bolachas que tocava a parte instrumental de The Final Countdown (Europe)
41. Imaginou-se atravessando da Rua Frei Gaspar à Rua Jacob Emmerich (e vice-versa) pela viela da Light/Eletropaulo, mas não podia por conta dos portões alambrados
42. Foi em alguma festa junina da Sociedade São Vicente de Paulo
43. Torceu muito por São Vicente no Cidade Contra Cidade
44. Atravessou de uma porta à outra as antigas instalações em L da Veranista Calçados
45.Navegou (ou quase navegou) pela Baía de São Vicente a bordo de um sandolim alugado
46. Pegou “jacaré” no Gonzaguinha quando havia ondas na praia
47. Pesou-se na Farmácia Central
48. Viu as imensas filas de veículos em ambos os lados para a travessia da Ponte Pênsil
49. Teve dois dedos de prosa com o Seu Walter da banca
50. Assistiu à primeira Encenação da Fundação da Vila de São Vicente